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A visita de Deus

Lucas 7: 11 - 17

02/12/2015

Por: Apóstolo Valdemiro Santiago

Matéria de: Victor Correa


A visita de Deus
FOTO: Eduardo Pinto

E aconteceu que, no dia seguinte, ele foi à cidade chamada Naim, e com ele iam muitos dos seus discípulos, e uma grande multidão; E, quando chegou perto da porta da cidade, eis que levavam um defunto, filho único de sua mãe, que era viúva; e com ela ia uma grande multidão da cidade. E, vendo-a, o Senhor moveu-se de íntima compaixão por ela, e disse-lhe: Não chores. E, chegando-se, tocou o esquife (e os que o levavam pararam), e disse: Jovem, a ti te digo: Levanta-te. E o que fora defunto assentou-se, e começou a falar. E entregou-o à sua mãe. E de todos se apoderou o temor, e glorificavam a Deus, dizendo: Um grande profeta se levantou entre nós, e Deus visitou o seu povo. E correu dele esta fama por toda a Judéia e por toda a terra circunvizinha. Aonde Jesus ia, sempre tinha uma multidão. Uma das características da participação de Deus na vida do servo dele é essa. Quando alguém serve a Deus e morre para o mundo, está sempre acompanhado de multidões. Jesus disse que se o grão de trigo morre na terra, fica só, mas se ele floresce, dá muitos frutos. Mesmo nos desertos, onde Jesus ia, apareciam multidões atrás dele. E ele resolveu ir para uma cidade chamada Naim com um propósito no coração, pois tinha onisciência, sabia de todas as coisas, mesmo em carne. Quando ele entra acompanhado de uma multidão, uma outra multidão estava saindo da cidade. Uma viúva, perdeu o marido, perdia também o único filho. A ênfase dessa observação na palavra é para que entendamos o grau de sofrimento, de dor, que aquela mulher tinha, a situação que ela vivia. Às vezes, o ser humano chega no limite e aquela mulher estava no limite dela. Uma multidão eufórica comemorando acompanhava Jesus entrando na cidade e outra multidão angustiada, triste, compassiva, acompanhava a mulher. Ela era querida, conhecida. Duas multidões distintas em estados distintos. Uma contente, outra angustiada. A contente era aquela que acompanhava Jesus. A angustiada era a que levava a morte. A outra trazia vida. Mas como a vida é mais forte, houve um encontro e o que estava morto acabou vivificando. No encontro, a bíblia diz que Jesus compadeceu-se daquela mulher. Padecer é sofrer. Usamos muito a expressão na roça. "Fulano está padecendo". Jesus tomou as dores. Compadecer é padecer junto. Você que lê, se está padecendo, ore: "Senhor, compadece-se de mim". Quer dizer, sofra por mim. Assim Jesus assume e resolve. A mulher tinha sua principal perda. A vida daquela mulher estava muito vazia. Sabe que lendo a palavra, e eu já li algumas vezes a bíblia, não sei nada ainda, muito pouco, quanto mais leio, mais aprendo que Jesus sempre arruma um jeito de se aproximar de quem está sofrendo. Não era normal Jesus visitar aquela cidade. Você não acha ser muita coincidência Jesus ir visitar uma cidade e logo na porta, encontrar um enterro? Não é coincidência não. Sei que, nesse exato momento, Jesus está bem pertinho de alguém que está sofrendo. Ele faz isso. Está no salmo 91. Moisés escreveu o salmo 91. Crescemos achando que era de Davi. Moisés viveu muito mais tempo no deserto que Davi, por isso a expressão descansar na sombra do Onipotente. Moisés andava atrás de sombra e trouxe ao físico, mas espiritualmente, precisamos desse mesmo descanso. O mesmo Moisés, no salmo 90, diz que mil anos para Deus é como o dia de ontem. Ele tinha experiências com Deus. E, no salmo 91, Deus diz através de Moisés que, na angústia, Ele estará conosco, nos livrando. Foi o que Jesus fez. Na cidade de Naim, chegou e encontrou uma multidão angustiada. É muito mais fácil estar numa multidão alegre, contente. Jesus é tão extraordinário e diferente que, mesmo numa multidão radiante, foi de encontro a uma multidão angustiada. Igreja, quando digo isso, não é com base na sua fé. Quando digo isso, é com base na palavra de Deus e na minha fé. Se você, por alguma razão está preocupado, pode ter certeza que os olhos de Deus estão em você. Tenho certeza disso. Você que me lê, é impossível Deus não estar lhe vendo agora. Quando Ele viu aquela mulher chorando, pranteando, na verdade, com a multidão entrando, Ele disse "não chores". Tocou o caixão e disse: "Jovem, eu te mando, levanta-te". O menino ficou sentado no caixão. Que susto, meu Deus. O defunto levanta e começa a falar. Já pensou você no enterro e o defunto diz: "traz uma água, por favor"? Sabia que, neste ministério, já aconteceu isso? Um taxista colocou uma toalhinha sobre um caixão, o sujeito colocou a mão e sentou dentro do caixão, só ficou a família e o taxista, assustado, juntos, na Paraíba. O sujeito já cheirava mal, era um lencinho, uma toalhinha branca. A filha do morto disse que, se eu mandasse a toalhinha, ele levantaria, mandei e ele levantou e andou. Jesus deu uma ordem ao menino, que levantou. E a bíblia diz que Jesus o devolveu à sua mãe. É isso que Jesus faz. Quando achamos que não tem mais volta, mais saída, Ele entra com providência. Alguma coisa naquela mãe tocou o coração de Jesus. Sabemos que Jesus é compassivo, ou seja, sofre conosco e por nós, sente nossa dor. Ele já chorou por nós e quando a humanidade estava perdida, corrompida, o que tenho visto esses dias e tenho chorado bastante, sofrido bastante, porque tenho pregado o evangelho, a palavra, mas tenho visto tanta gente com ódio, matando umas as outras, explodindo, se suicidando e quem é semeador da palavra sofre com isso, porque sabemos para onde vão essas almas. Hoje tenho a impressão que Jesus chora pela humanidade. Ele não tem um povo como amigo e outro como inimigo, a bíblia diz que Ele é Deus de todos os viventes. Veja que Ele viu uma mamãe chorando pelo filho e sentiu a dor dela. Penso que ele tem visto hoje milhões de mães chorando pelos seus filhos, viúvas chorando pelos esposos que se foram, entre outros problemas que fazem as pessoas chorarem. Mas a força, o poder dessa mensagem, está na ida do Senhor ao encontro dessa multidão que estava triste. Isso sugere que quando você está triste, não abaixe a cabeça, não murmure, não reclame, não se entregue, porque certamente Jesus irá ao seu encontro.

Quando Satanás criar uma situação para te aborrecer, não se desespere, pelo contrário, levante a cabeça e dê glória a Deus porque certamente o senhor Jesus irá ao seu encontro, nada pode mudar isso.

Você acha que aquela viúva imaginava ter esse encontro com Jesus? Claro que não, a única coisa que passava na mente dela é que era a última vez que via seu único filho. Não tinha mais marido, nem o filho. De repente, Jesus restitui o filho à sua mãe. Esse é o Jesus que seguimos, que amamos, que pregamos, que servimos, é o Jesus que ama aos homens e a humanidade, que não ensina violência, nem ódio, nem bomba contra a vida dos outros, é o que ensina a amar, curar e libertar. Ele não olha para o homem como inimigo dele, pelo contrário. No passado, eu e você não queríamos saber dele, hoje entendemos que nossa vida depende totalmente dele. Não só nós, mas todos os viventes dependem de Jesus, de Deus. Você que me lê, preste atenção, tome uma atitude na sua vida, entregue-se à Ele, renda-se à Ele. Ele chamou o morto e o morto o ouviu. Você já deve ter falado com o morto e não adiantou, mas até as árvores escutam a Jesus. Se nos virem falando com uma planta, dirão que estamos doidos. Jesus é diferente, não tem essa preocupação. Ele fala com a árvore. Certa vez, ele disse para a árvore que nunca mais comeriam os frutos dela e ela morreu. Jesus falou com o vento, que não escuta, falou com as ondas e com as tempestades e todos o ouviram. Aquela onda gigantesca e ela dizendo "sim, Senhor". A árvore, pronta a morrer e dizendo "Sim, Senhor". Jesus já falou com doenças e com os mortos, vários mortos. Às vezes, fico pensando... A árvore, o vento, não tem ouvidos e ouviram a Jesus. No nosso caso, o Senhor nos fez com tanta perfeição, nos deu dois ouvidos e, às vezes, não o ouvimos. Por isso matam uns aos outros, tem inveja, ciúmes, fazem guerras. Se ouvissem a Jesus, não fariam essas coisas. É isso que Ele espera de nós. Deus espera que venhamos a ouvi-lo e praticar tudo o que Ele nos fala. Teremos qualidade de vida e nem a morte terá poder sobre nós. Jesus falou com o morto e o morto o ouviu, era mais obediente que muitos de nós. Esse restituir é devolver aquilo que a pessoa perdeu de grande importância, de grande valor. Tenho comigo que hoje, o Senhor restitui coisas importantes para você, só é preciso você tomar posse disso, crer nisso e você verá na sua vida, como Ele fez no passado. Restituir é o que Jesus faz quando alguém perde algo importante. Deus visitou seu povo. Que oportunidade. Quem somos nós para que Deus nos visite. Em Isaías 40, verso 12, a bíblia diz que Deus mediu as águas na concha da mão. Quem na concha da sua mão poderia pegar toda a água do universo? Moisés estava lá com o povo, desesperado na frente do mar. Um oceano, o mar vermelho. Deus olhando de cima e vendo como uma gota. Imagine você, que já esteve diante do mar ou de alguma represa gigantesca, um rio. Imagine um ser tão grandioso, tão majestoso, visitando seu povo. Me lembro que, na roça, eventualmente, chegavam autoridades, principalmente na época das eleições. Meus pais diziam "filho, aquele sujeito é importante". Pegávamos banco de madeira, fazíamos correndo com tábuas e triângulos pregados. Serrávamos o angico e, chegava uma visita, tirávamos até a camisa para limpar o banco para a visita e a meninada espalhava para os vizinhos: "doutor fulano está em casa". Mas era um comedor de angu. Aqui a bíblia diz que Deus visita o seu povo. Que visita! Hoje, vivemos uma fase que, embora tenhamos no mundo tragédias, epidemias e moléstias, ninguém pode dizer o contrário, o que acontece neste ministério é a prova viva de que Deus está visitando seu povo. Me lembro que, na visita, como em casa éramos muito pobres, miseráveis, minha mãe pedia para pedir farinha em um vizinho, ovos em outro, fermento em outro vizinho. Minha mãe oferecia um café mineiro no coador e bolinhos de chuva e outros salgadinhos. Só quando iam visitas que nós, miúdos, comíamos essas coisas. Quando vinha alguma pessoa importante, corria a avisar os irmãos, feliz, porque eu gostava de bolinhos de chuva. E eu gostava quando a visita demorava, porque minha mãe pedia um frango para fazer com palmito, ou meu pai matava um porquinho no chiqueiro, aqueles bem gordinhos, para fazer linguiça. Era para a visita, mas pegávamos carona. Depois que a visita ia embora, ficava só mingau de fubá. Então quanto mais tempo a visita ficar, melhor. E já faz tempo que a visita está conosco. Deus está nos visitando na terra e essa obra representa isso.

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